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  • Coração e Colesterol
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  • Suplementos alimentares
    Suplementos alimentares
    O que são suplementos alimentares? Os suplementos alimentares são considerados géneros alimentícios e são comercializados em forma de "dose", como por exemplo comprimidos, cápsulas, líquidos em doses medidas. São fontes concentradas de nutrientes (vitaminas e minerais) ou de outras substâncias com um efeito nutricional ou fisiológico e destinam-se a complementar ou suplementar uma alimentação normal. Os suplementos alimentares podem ter na sua composição uma vasta gama de nutrientes, incluindo, mas não limitado a vitaminas, minerais, aminoácidos, ácidos gordos essenciais, fibras e várias plantas e extratos de plantas. As substâncias que podem podem estar presentes em suplementos alimentares, podem enquadrar-se em três grandes grupos: vitaminas e minerais, plantas e extratos botânicos e outras substâncias.Grupos e categorias de suplementos alimentaresVitaminas e minerais Vitamina A, Vitamina D, CálcioPlantas e extratos botânicos Aloe vera, Ginkgo biloba, Panax ginsengOutras substânciasFibras e ProtobióticosInulina, lacobacillus acidophilus, outras levedurasÁcidos gordos essenciaisÁcido docosa-hexaenóico (DHA). Ácido eicosapentaenóico (EPA)Aminoácidos e EnzimasL-arginina, Coenzima Q10Os suplementos alimentares destinam-se a corrigir deficiências nutricionais, manter uma ingestão adequada de certos nutrientes, ou para apoiar funções fisiológicas específicas. Não são medicamentos e, como tal, não podem exercer uma acção farmacológica, imunológica ou metabólica e não podem alegar propriedades profiláticas, de prevenção ou cura de doenças, nem fazer referência a essas propriedades. Com os suplementos alimentares não se pretende tratar ou impedir doenças nos seres humanos ou modificar funções fisiológicas. Na união europeia, os suplementos alimentares são regulados como alimentos. A legislação harmonizada regula as vitaminas e os minerais, bem como as substâncias utilizadas como fontes, que podem ser utilizadas no fabrico de suplementos alimentares. Para outros ingredientes que não as vitaminas e os minerais, a Comissão Europeia estabeleceu regras harmonizadas para proteger os consumidores contra potenciais riscos para a saúde e mantém uma lista de substâncias conhecidas ou suspeitas de terem efeitos adversos na saúde e cuja utilização é controlada.
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  • Sono, stress e ansiedade
    Sono, stress e ansiedade
    Sono, depressão e stress
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  • Minerais
    Minerais
    Os minerais são substâncias químicas inorgânicas necessárias aos organismos vivos. Os minerais não podem ser sintetizados no corpo e, portanto, é necessário obtê-los a partir da alimentação. Os minerais participam ativamente regulando várias funções fisiológicas, como o transporte de oxigénio para as células e a manutenção do sistema nervoso central. Também são necessários para o crescimento, manutenção e reparação dos tecidos. Geralmente, as plantas obtêm os seus sais minerais do solo, enquanto os animais os obtêm-nos através dos alimentos. Os minerais, tal como as vitaminas, não podem ser sintetizados pelo organismo e, por isso, têm que ser fornecidos pela alimentação. Cerca de 96% do peso corporal humano é composto por apenas cinco elementos químicos: carbono, hidrogénio, oxigénio, nitrogénio e enxofre; Os restantes 4% são constituídos pelos minerais. Os minerais podem ser divididos macrominerais, microminerais e oligoelementos. Para os macrominerais (como é o caso do cálcio, fósforo, sódio, potássio, magnésio, cloro e enxofre), as necessidades diárias são superiores a 100 mg; para os microminerais (como o ferro, zinco, cobre e manganês), as necessidades diárias são inferiores a 100mg; para os oligoelementos (tal como o iodo, cromo, antimónio, cobalto, selénio, alumínio, estrôncio, silício e estanho) o organismo necessita de quantidades inferiores a 1mg. A importância de cada mineral para o corpo humano não está dependente do valor de referência do nutriente, já que elementos com valores de referência muito baixos são tão importantes como outros com valores de referência elevados.
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  • Vitaminas
    Vitaminas
    Vitaminas As vitaminas são um grupo de nutrientes orgânicos essenciais para regular os processos químicos no organismo. De forma geral, o organismo não pode sintetizá-las, pelo que devem ser obtidas através dos alimentos ou sob a forma de suplementos alimentares. Uma vez que não existe nenhum alimento ou grupo de nutrientes que forneça todas as vitaminas essenciais, é necessária a manutenção de uma dieta equilibrada através da ingestão de uma grande variedade de alimentos. As vitaminas não são desdobradas por catabolismo, mas são utilizadas pelo organismo na sua forma original ou ligeiramente modificada. Normalmente, se a estrutura de determinada vitamina for destruída, a sua função perde-se. A estrutura química de muitas vitaminas é destruída pelo calor (por exemplo, quando os alimentos são muito cozinhados). Classificação das vitaminas Existem dois grupos principais de vitaminas: as lipossolúveis, como as vitaminas A, D, E e K, que podem dissolver-se nas gorduras e armazenarem-se no organismo, e as vitaminas hidrossolúveis, como as vitaminas B e C, que são solúveis em água e que o organismo não pode armazenar. Em consequência, as vitaminas hidrossolúveis têm que ser repostas diariamente, enquanto que as vitaminas lipossolúveis podem ser acumuladas para além do limiar da toxicidade. Valores de referência dos nutrientes O VRN (valor de referência do nutriente), estabelece a quantidade de vitaminas e minerais recomendada, que se deve ingerir, que se presume oferecer proteção contra doenças determinadas. Embora as quantidades individuais variem, os VRN são uma boa orientação. Quanto mais baixa for a ingestão, relativamente ao VRN, maior a probabilidade de ocorrência de uma deficiência nutricional. Por outro lado, o consumo exagerado de determinadas vitaminas e sais minerais pode ter efeitos nocivos. História das Vitaminas Nos últimos anos, as investigações sobre as vitaminas deixaram de ser direcionadas apenas para as suas deficiências, mostrando um maior interesse no papel que estes nutrientes desempenham na redução do risco de doenças degenerativas crónicas. O escorbuto (resultado de uma quantidade insuficiente de vitamina C) foi observado há, pelo menos, 3500 anos, e já no século XVII, eram dados aos marinheiros rebentos frescos de cereais ou sumos de citrinos para o curar ou prevenir. No entanto, o conceito do escorbuto enquanto patologia de carência, causada pela ausência de uma substância específica, só emergiu mais tarde. Na década de 1890 um médico holandês Christiaan Eijkman, descobriu que podia curar galinhas que sofriam de uma doença semelhante ao béri-béri alimentando-as com arroz integral, não tratado. Em 1912 Casimir Funk, um bioquímico natural da Polónia, propôs a existência do que chamou «vitaminas» (aminas vitais), mas só em 1915 ficou completamente estabelecido que diversas patologias de carência eram curáveis e evitáveis pelos extractos de certos alimentos. Por essa altura, sabia-se que estavam envolvidos dois grupos de factores: um hidrossolúvel e presente por exemplo na levedura, arroz integral, gérmen de trigo; e outro lipossolúvel, presente na gema do ovo, manteiga e óleos de fígado de peixe. Á substância hidrossolúvel, que se sabia ser eficaz contra o béribéri chamou-se vitamina B. O complexo vitamínico lipossolúvel foi inicialmente designado por lipossolúvel A. Em resultado de técnicas analíticas, esta foi posteriormente separada nos seus vários componentes, e foram descobertos outros complexos. Os outros animais também precisam de vitaminas, não necessariamente as mesmas que são necessárias ao homem. Por exemplo, a colina, que os seres humanos conseguem sintetizar, é essencial aos ratos e a algumas aves, que por si não conseguem produzir em quantidades suficientes.
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